1. Ora bem, como não acredito em sucesso à primeira tentativa (a não ser que se tenha uma sorte do outro mundo) e como acho que a preparação é vital, não poderia estar mais de acordo com este “mantra”. 
Só falhando conseguimos eliminar do caminho o que não resulta e melhorar a probabilidade de suceder. 

PS: Falhar só caminho para o sucesso se aproveitarmos cada falhanço como lição e como oportunidade de aprendizagem. 

    Ora bem, como não acredito em sucesso à primeira tentativa (a não ser que se tenha uma sorte do outro mundo) e como acho que a preparação é vital, não poderia estar mais de acordo com este “mantra”. 

    Só falhando conseguimos eliminar do caminho o que não resulta e melhorar a probabilidade de suceder. 

    PS: Falhar só caminho para o sucesso se aproveitarmos cada falhanço como lição e como oportunidade de aprendizagem. 

    Reblogged from: adteachings
  2. Fiz várias tentativas de ter um blogue. Acabei por desistir delas todas. Ou não gostava do “template" escolhido para o blog, ou não gostava do endereço, ou não encontrava tema, ou pouco escrevia.

    No fundo, não dava a conhecer o blog a ninguém nem encontrava motivação para escrever de forma consistente.

    Todo um rol de desculpas foram encontradas e exaustivamente debatidas e explicadas até conseguir encontrar uma explicação que aparentemente me satisfizesse. 

    "É óbvio que com aquele template, as pessoas não iam gostar”, ou “Foi uma boa tentativa, mas acho que este tema não terá muito interesse”, ou ainda “Não gostei do nome que lhe dei. Sim, com este nome não poderia ser bem sucedido”.

    Blah, blah blah…

    Faltava-me aquilo que muitas pessoas e empresas têm dificuldade em fazer. Faltava-me ser capaz de assumir um compromisso.

    Um compromisso comigo, com as minhas ideias, com aquilo que quero partilhar, com as pessoas que estão “desse” lado - muitas das quais não conheço, mas que me vão conhecer - com o meu objetivo de aprender a escrever sobre aquilo que me interessa.

    Porque, se formos a ver bem, muito da vida tem a ver com a capacidade de assumir compromissos e de os manter. São os compromissos de paz, são os compromissos com a nossa entidade patronal, são os compromissos com a nossa família, são compromissos políticos, são compromissos com clientes, são compromissos com uma audiência, são compromissos…

    Um compromisso é o resultado de uma decisão de fazer algo para outros e também com outros. É uma decisão de fazer algo com um fim. Com uma meta, com um propósito. Ao fim e ao cabo um compromisso faz parte das fundações de uma sociedade. O compromisso são as pessoas a viver umas com as outras. Mas acima de tudo são as pessoas a viver com elas próprias.

    A capacidade de assumirmos um compromisso com nós próprios e de o mantermos de forma consistente (a não ser que o substituamos por outro) é o que nos faz melhores e mais fortes. 

    A capacidade de assumirmos um compromisso com os outros é o que nos faz construir e reforçar ligações sociais, ter amigos, seguidores, fãs, pessoas que nos querem bem e que nos respeitam e que desejam o produto da nossa criação.

    Para já - finalmente! - percebi que se quero escrever tenho que, em primeiro lugar assumir um compromisso comigo mesmo. E depois, com as 3 pessoas que vão ler este blog de forma regular! 

  3. A meio de uma leitura de algum blog ou de algum tweet deparei-me com esta citação:

    image

    Esta pequena frase traz em si um raciocínio brilhante. Efetivamente todos chegaremos a algum lado. Todos estaremos um dia em algum lado na nossa vida. Nessa altura alguns de nós olharemos para trás e perguntaremos a nós mesmos como lá chegámos.

    Apercebemo-nos do caminho que fizemos? Apercebemo-nos da estrada que construímos? Melhor ainda, construímos alguma estrada ou limitamo-nos a circular por uma estrada já construída? 

    Enquanto construímos a estrada que nos leva ao nosso destino final, somos capazes de perceber por que caminho queremos ir? Melhor, somos capazes de perceber que a estrada que estamos a construir é uma estrada que nos leva pelo caminho que queremos ir até ao sítio onde queremos chegar?

    Mas quisemos construir essa estrada ou somos do tipo de pessoa que prefere que alguém construa uma estrada por nós para que, sem grande esforço possamos circular por ela? 

    Se somos dos que optamos por construir a nossa estrada, como reagimos às tentações que existem para pararmos de a construir? Como reagimos aos sentimentos de incerteza existentes - É esta a estrada certa? Estou a construí-la bem? Vai para onde eu quero? Ainda é para ali que eu quero ir? Será que devia mudar de caminho? E se eu virar à direita? E se eu voltar para trás? 

    Eu acredito que a nossa vida é um misto entre construirmos o caminho por onde e para onde queremos ir e deixarmo-nos levar por alguns caminhos que já existem.

    E acredito que difícil é decidir em que circunstância devemos optar por construir ou por nos deixar levar.

    E acredito mais ainda que as nossas metas só se atingem pelo fruto das nossa decisões e das nossas ações. E sim, poucos são os que lá chegam de propósito. Resta saber a que grupo queremos pertencer. 

  4. Começar um blog no dia em que se fala em todo o lado que o Nani está prestes a regressar ao Sporting é tramado.

    Isto entretanto faz-me lembrar da importância de eliminar as distrações se queremos ser produtivos. 

    Um dos “truques” para conseguirmos desenvolver mais trabalho - de maior qualidade e/ ou em maior quantidade - é precisamente eliminar as distrações. Acho que não é preciso ser cientista para perceber como as distrações influenciam negativamente a nossa capacidade de realizar as tarefas que temos em mão, particularmente aquelas que forem intelectualmente mais desafiantes. 

    Mas o mais interessante no meio disto tudo é que não é só pelas razões que pensamos. Além do tempo que nos envolvemos na dita distração, existe o tempo de regresso à tarefa que estávamos a executar antes de ter sido interrompida. Até atingirmos o estado mental de concentração na tarefa em que estávamos  antes de termos sido interrompidos pela distração levamos cerca de 5 minutos a recuperar o “andamento” em que íamos. 

    Dito isto, o Twitter continua ao rubro com a possibilidade do Nani regressar ao Sporting Clube de Portugal para jogar uma temporada por empréstimo, deixa-me lá ir pesquisar o #VoltaNani , que isto de trabalhar pode esperar um pouco.  :)

  5. Education is that which remains when one has forgotten what he learned in school.
    Albert Einstein
  6. Quem corre perceberá porquê! ;)

    Quem corre perceberá porquê! ;)

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  7. Acho que toda a gente devia escrever. Escrever para um público, isto é.

    Mesmo que se escreva mal, com muitos erros, com calão e com deficientes pontuações. Toda a gente deveria poder escrever as suas ideias e partilhá-las com o mundo. Por muito absurdas, descabidas, inconscientes, patéticas, tontas, odiáveis, detestáveis, hediondas e horríveis que essas ideias sejam. Nenhuma deve ficar presa no pensamento de alguém. 

    Porque ao privarmos o mundo das nossas ideias, estamos a privar o mundo da sua evolução. 

    As grandes ideias merecem ser mais do que um pensamento ou do que meras palavras ditas, ouvidas só por alguns e entendidas por menos. 

    As grandes ideias merecem ser executadas. E para executá-las, temos que escrevê-las.

    E para as escrever precisamos de afastar os medos da rejeição e das reações de terceiros. Boas ou más, o que importa? O que é preferível, ser rejeitado pelo que se fez, ou viver amargurado por nunca ter tentado?

    A nossa maior derrota não é não conseguirmos. A nossa maior derrota é privarmo-nos de tentar.

  8. Dificilmente conseguiria escrever um primeiro post tão bem escrito e dificilmente encontraria em mim inspiração para escrever um “mantra” tão acertado.

    Dificilmente conseguiria escrever um primeiro post tão bem escrito e dificilmente encontraria em mim inspiração para escrever um “mantra” tão acertado.

    Reblogged from: forbes

Henrique Ventura

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