1. A única forma de nos conseguirmos levar a fazer alguma coisa de jeito a se nos forçarmos a fazer coisas.

    Queres ser bom escritor? Escreve todos os dias a toda a hora. Vais escrever muita merda, mas no meio da merda vai aparecer escrita boa.

    Queres ser um bom comediante? Faz piadas. Constantemente. Muitas não vão ter piada nenhuma. Outras serão geniais.

    Queres ser bom cozinheiro? Suja tachos. Muitos. Estraga ingredientes, dá dores de barriga aos teus amigos. 

    É também possível que este texto não valha nada. Pode ser que o próximo seja mais interessante

  2. It might as well be you.

  3. Inovação do dia - a Mighty Mug, a caneca que não cai!

  4. Em Tokyo há um sushi-bar numa cave de uma estação de metro que tem apenas 10 lugares sentados que se chama Sukiyabashi Jiro.

    O seu dono, Jiro Ono tem cerca de 90 anos e faz sushi desde os 9. Considera que ainda não domina por completo a arte do sushi e que ainda não atingiu o topo. É também o único chef de sushi no mundo a ter as 3 estrelas Michelin.

    Neste pequeno restaurante, se é que assim se pode chamar, tudo é escolhido e feito individualmente, todos os ingredientes são tratados com únicos. Para que se perceba o esforço de Jiro para obter o melhores sabor e textura, e só para citar alguns exemplos, a alga nori é defumada manualmente folha a folha num pequeno grelhador, o polvo é massajado à mão por um cozinheiro durante 45 minutos antes de ser confecionado, cada alimento é armazenado a uma temperatura específica e Jiro até desenvolveu o seu próprio vinagre específico para cozinhar o arroz.

    Só existe o menu do chef (comemos o que ele quer), não existe molho de soja, gari ou wasabi para aromatizar o sushi. A carta de bebidas apenas contem cerveja, sake e chá. 

    O menu do chef custa 30.000 yenes (cerca de 220€ ao câmbio de hoje) e conseguir uma mesa neste restaurante é tarefa difícil e requer semanas de antecedência.

    E decidi estabelecer como objetivo fazer lá uma refeição, pelo menos uma, antes dos 40 (tenho 35,5 neste momento).

    Porque isto é comida elevada à mais bela forma de arte.

    http://youtu.be/I1UDS2kgqY8

  5. Is that really all you want from your life?

    Is that all you’re worth?

    Aren’t you better than that?

  6. The cure for boredom is curiosity. There is no cure for curiosity.
  7. Existem muitas boas razões para escrever. Seja um artigo, um blog, um conto, um livro, um diário, uma carta, um memorando ou um simples e-mail.
Esta é só mais uma. E talvez a mais importante de todas. Até ler este quote nunca me tinha apercebido que de facto descubro muitas vezes coisas que sei somente após as colocar por escrito. Esta conclusão é brilhante.
Escreve para descobrir aquilo que sabes.
 

    Existem muitas boas razões para escrever. Seja um artigo, um blog, um conto, um livro, um diário, uma carta, um memorando ou um simples e-mail.

    Esta é só mais uma. E talvez a mais importante de todas. Até ler este quote nunca me tinha apercebido que de facto descubro muitas vezes coisas que sei somente após as colocar por escrito. Esta conclusão é brilhante.

    Escreve para descobrir aquilo que sabes.

     

    Reblogged from: helloyoucreatives
  8. Creio que este deverá ser um dos grandes dilemas da atualidade. Ou pelo menos eu assim imagino que seja. Penso e falo nisto muitas vezes.

    A resposta, aparentemente, é óbvia - ganhar dinheiro a fazer o que nos preenche. Certo? Se calhar não. Se calhar não é assim tão linear. Se fosse, o post acabava aqui. 

    image

    Faz aquilo que gostas e não terás que trabalhar um único dia na tua vida”, aforismo do filósofo Chinês Confúcio usado até exaustão. Dos programas de empreendedorismo às colunas de opinião, passando pelos manuais de auto-ajuda, esta frase está em todo o lado. Mas será mesmo assim?

    Segue a tua paixão”, é um conselho repetido ad nauseam em seminários, palestras, formações,artigos, livros e entrevistas. Hoje em dia empreendedor que não “siga a sua paixão” não é empreendedor que se preze e se digne a ser mencionado como caso de sucesso na incubadora em que a sua startup foi apoiada. “Sou apaixonado por resolver problemas”, “sou apaixonado por tecnologia”, “sou apaixonado por programação”, “sou apaixonado por bolos”. 

    Pois… mas se vamos à procura de ser bem sucedidos à conta de uma paixão, isso não aumenta a nossa probabilidade de sucesso. O que aumenta a nossa probabilidade de sucesso é outra coisa: É sermos bons naquilo que fazemos. 

    Mas não é só sermos bons. É sermos muito bons. Mesmo bons. “So good they can’t ignore you" para citar uma expressão que tanto gosto, utilizada pelo ator Steve Martin,quando lhe questionaram sobre como é que ele tinha chegado à ribalta. 

    Vou voltar um bocadinho atrás. Existe uma óbvia lógica por detrás de “seguir uma paixão”. Em tese, se fizermos algo de que gostamos mesmo, sentimo-nos preenchidos e motivados, logo a probabilidade de sermos bons é elevada, logo vamos ser bem sucedidos. Acontece é que por vezes a nossa paixão deixa de o ser quando sentimos a pressão de fazer dela o nosso rendimento  - torna-se uma obrigação. Ou, por vezes, a nossa paixão não é transformável em rendimento ou negócio, ou seguir a nossa paixão é verdadeiramente utópico. E as pessoas que não encontram uma paixão (que não tem mal absolutamente nenhum)?

    Agora, se nós nos focarmos em seguir aquilo em que somos bons, realmente bons, e se procurarmos ser os melhores, investigar,ir mais além, tentar novas formas, novas abordagens, mostrar a todos à nossa volta que somes realmente incríveis, então sim, assim é possível que sejamos bem sucedidos. Repito, é possível. Não é garantia de sucesso.

    Mas e sentirmo-nos preenchidos? Conhecem alguém que seja mesmo muito bom numa arte que não acabe por gostar ela? Eu não. Conhecem alguém que seja uma referência numa profissão que não fale da mesma com um brilho nos olhos? Também não conheço. 

    Por isso, em vez de pensar numa ótica de “como vou fazer aquilo que gosto?”, se calhar devemos pensar numa ótica de “onde é que eu posso ser muito bom, o melhor?

    E então, a partir desse dia, tal como disse Confúcio, nunca mais teremos que trabalhar um dia nas nossas vidas.

    PS: Eu ainda ando à procura de saber em que é que sou mesmo bom. Vai-se tentando. às vezes leva tempo. 

  9. Ora bem, como não acredito em sucesso à primeira tentativa (a não ser que se tenha uma sorte do outro mundo) e como acho que a preparação é vital, não poderia estar mais de acordo com este “mantra”. 
Só falhando conseguimos eliminar do caminho o que não resulta e melhorar a probabilidade de suceder. 

PS: Falhar só caminho para o sucesso se aproveitarmos cada falhanço como lição e como oportunidade de aprendizagem. 

    Ora bem, como não acredito em sucesso à primeira tentativa (a não ser que se tenha uma sorte do outro mundo) e como acho que a preparação é vital, não poderia estar mais de acordo com este “mantra”. 

    Só falhando conseguimos eliminar do caminho o que não resulta e melhorar a probabilidade de suceder. 

    PS: Falhar só caminho para o sucesso se aproveitarmos cada falhanço como lição e como oportunidade de aprendizagem. 

    Reblogged from: adteachings
  10. Fiz várias tentativas de ter um blogue. Acabei por desistir delas todas. Ou não gostava do “template" escolhido para o blog, ou não gostava do endereço, ou não encontrava tema, ou pouco escrevia.

    No fundo, não dava a conhecer o blog a ninguém nem encontrava motivação para escrever de forma consistente.

    Todo um rol de desculpas foram encontradas e exaustivamente debatidas e explicadas até conseguir encontrar uma explicação que aparentemente me satisfizesse. 

    "É óbvio que com aquele template, as pessoas não iam gostar”, ou “Foi uma boa tentativa, mas acho que este tema não terá muito interesse”, ou ainda “Não gostei do nome que lhe dei. Sim, com este nome não poderia ser bem sucedido”.

    Blah, blah blah…

    Faltava-me aquilo que muitas pessoas e empresas têm dificuldade em fazer. Faltava-me ser capaz de assumir um compromisso.

    Um compromisso comigo, com as minhas ideias, com aquilo que quero partilhar, com as pessoas que estão “desse” lado - muitas das quais não conheço, mas que me vão conhecer - com o meu objetivo de aprender a escrever sobre aquilo que me interessa.

    Porque, se formos a ver bem, muito da vida tem a ver com a capacidade de assumir compromissos e de os manter. São os compromissos de paz, são os compromissos com a nossa entidade patronal, são os compromissos com a nossa família, são compromissos políticos, são compromissos com clientes, são compromissos com uma audiência, são compromissos…

    Um compromisso é o resultado de uma decisão de fazer algo para outros e também com outros. É uma decisão de fazer algo com um fim. Com uma meta, com um propósito. Ao fim e ao cabo um compromisso faz parte das fundações de uma sociedade. O compromisso são as pessoas a viver umas com as outras. Mas acima de tudo são as pessoas a viver com elas próprias.

    A capacidade de assumirmos um compromisso com nós próprios e de o mantermos de forma consistente (a não ser que o substituamos por outro) é o que nos faz melhores e mais fortes. 

    A capacidade de assumirmos um compromisso com os outros é o que nos faz construir e reforçar ligações sociais, ter amigos, seguidores, fãs, pessoas que nos querem bem e que nos respeitam e que desejam o produto da nossa criação.

    Para já - finalmente! - percebi que se quero escrever tenho que, em primeiro lugar assumir um compromisso comigo mesmo. E depois, com as 3 pessoas que vão ler este blog de forma regular! 

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Henrique Ventura

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